Não gosto mesmo nada destes "dias mundiais de...", mas já que foi a UNESCO a instituí-lo na XXX Conferência Geral em 16 de novembro de 1999, decidi mencionar aqui no meu blog.
Fala-se de poesia e vem à memória o nome de poetas ilustres, uns mais conhecidos do que outros por parte de algumas pessoas; ven à memória palavras de amor, de tristeza, de desespero, de agonia, de reflexão e filosóficas... Sim, é isso. Mas a poesia é, para mim, muito mais do que esses conceitos traduzidos por palavras. Poesia é amar com o olhar, o gesto e o carinho de todos os dias. Poesia é estender a mão - em sentido figurado - a quem dela necessita. Poesia é estar presente quando a nossa presença é desejada no silêncio. Poesia é olhar em volta e observar: ver! Poesia é valorizar as pequenas coisas que temos. Poesia é VIVERMOS!
Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você além das outras três.
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock para as matinês.
Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigado a ser feliz.
E você era a princesa
Que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país.
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido.
Vem, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
O tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido.
Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim.
Pois você sumiu no mundo
Sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim.
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você além das outras três.
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock para as matinês.
Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigado a ser feliz.
E você era a princesa
Que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país.
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido.
Vem, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
O tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido.
Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim.
Pois você sumiu no mundo
Sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim.


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