domingo, 13 de julho de 2014
domingo, 6 de julho de 2014
Na Corte dos Sabóia...
...fomos recebidos esta manhã. No MNAA.
Foi à sombra de Filippo Juvarra (1678-1736) - arquiteto, gravador e cenógrafo - que se desenvolveu até 1735 a pintura na Corte de Turim.
Algumas das pinturas que encontrámos nesta exposição temporária:
Foi à sombra de Filippo Juvarra (1678-1736) - arquiteto, gravador e cenógrafo - que se desenvolveu até 1735 a pintura na Corte de Turim.
Algumas das pinturas que encontrámos nesta exposição temporária:
Giovanni Michele Graneri (1708-1762)
Mercado na Piazza San Carlo em Turim
Bernardo Bellotto (1720-1780)
Vista da Antiga Ponte sobre o Pó, Turim
Giovanni Paolo Pannini (1691-1765)
Vista do Castelo de Rivoli do lado Levante
Valeu a ida aos Sabóia!
Mas já eram horas ou desoras... e fomos paparocar no Mercado que se tornou local in na cidade. Variado. Agradável. Bem concebido.
De barriga cheia e vontade de continuar... não resistimos a ir à exposição de
Alexandre Farto, mais conhecido por: Vhils.
Lisboeta. Nasceu em 1987 e em 2008 terminou o curso de Arte na University of the Arts em Londres. É pintor e grafiteiro. Tem obras por todo o mundo. É respeitado e referenciado.
Vi um filme sobre este artista que me deixou sensibilizada. O Governo Brasileiro decidiu limpar o Morro (favela) do Alemão no Rio de Janeiro. Não ficava bem ter aquela favela com o Mundial de Futebol de 2014 à porta... e não foram de medidas: desalojaram uma quantidade de gente que sempre lá tinha morado. Alguns há mais de 40 anos. Prometeram-lhes realojamento. Promessas. Essa gente sofreu. Ia ficar sem casa. Vhils decidiu fotografar alguns desses moradores. Homens e mulheres que toda a vida ali tinham vivido. Não conheciam outro "mundo" a não ser aquele. Faces de tez escura e marcada pelo tempo e vida. Essas fotos foram (através de uma técnica que o nosso português aprendeu e tem levado desde a China ao continente Americano, atravessando a Europa) esculpidas nas empenas das casas já abandonadas. Assim, a cara deles poderia perdurar ali. Ali tinham vivido. A casa tinha arte esculpida. Não podia ser destruída!!!
Bravo Alexandre Farto, Vhils.
És português e eu tenho orgulho em ti!
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