sábado, 29 de junho de 2013

Dois anos...

...passaram.


"Porque metade de mim é partida, 
mas a outra metade é saudade…"


Oswaldo Montenegro






quarta-feira, 26 de junho de 2013

Naquela sexta feira chuvosa...

...o dia foi cheio. Ou... foi em cheio. Revi lugares já vistos. Conheci novos. Apreciei o já visto e admirei todo o resto.


O dia foi cheio de surpresas: boas.


Uma biblioteca "virada ao contrário" e onde se bebia café...



 


Encontrámos pessoas empreendedoras e que vieram de longe com ideias. A excentricidade entrou... mas logo saiu. O café estava bem quente e soube-nos bem.

Continuámos. Continuámos muito... tudo era um privilégio. Ai, se era!!!


Eis que encontrei um "conhecido" de longa data: Edward Hopper. Aquele pintor que um dia disse: 

"I'm after ME"


Railroad Crossing
(A passagem de nível)
1922-1923


domingo, 23 de junho de 2013

A verdade...

...que não podemos ocultar nem esquecer.


We shall never "any" of us be the same as we "have" been.


Lucy Rebecca Buck
(1845-1918)

sábado, 22 de junho de 2013

Muito obrigada...

... por nos terem proporcionado momentos que relembraremos.


Para meu enorme regozijo vi que ainda há jacarandás pela cidade. Os últimos. 
Este estava mesmo ali à nossa frente. Junto à magia oriental.

.

Depois veio a espera. Calma. Tranquila. Atenta. Curiosa.


Com um belíssimo chá e bolachinhas.


Cumprimentámo-nos não só com o devido respeito, mas também com veemência.
E lá fomos.
Inesquecível.


Vocês são fantásticos.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Às 5:04 desta manhã...

...começou o verão. Ainda que não pareça, pois o vento e frio continuam. Mas haja conformidade!


Georges-Seurat
Impressionista francês
(1859-1891)

Mas cada um põe o sol que quer no dia... pinta-se o que nos rodeia com as cores que escolhemos. A música ajuda.E muito.



terça-feira, 18 de junho de 2013

Foi por volta da hora do almoço...

...que nasceu. Pesava cerca de três quilos e meio. Foi amado desde o nascimento. Continua a sê-lo. Merece sê-lo. Há memórias da infância. Do percurso de vida - íntegra!


Parabéns J.!


domingo, 16 de junho de 2013

Na entrevista...

... que nos foi concedido ver, ela afirmou: Já aos sete anos fabulava.

O gosto pela escrita começou bem cedo. Curiosamente também as duas irmãs escreviam e a tia revelou-lhe, um dia, que até a mãe tinha escritos. Tudo isto (e muito mais) contado de modo discreto, melancólico e quase pedindo desculpa. Mas... honrando a língua portuguesa.Olhos tristes e sem sorriso. Palavras sábias. Ela  é  Clarice Lispector.

Não fez da escrita uma profissão. Escrevia quando o coração lho dizia. Mas ia tomando notas do mundo à volta.
Encontrei a vida de Clarice Lispector dentro de muitas gavetas. Tudo bem arrumado e organizado. Talvez como o caráter dela.

Conhecer um pouco a escritora através de pensamentos...

Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito completa quando não entendo. 
in "A Descoberta do Mundo"

Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada.
in "Água Viva"

E agora vou ler:



sábado, 15 de junho de 2013

Envolvida...

... pelo jazz.

Nas ruas...


À porta da Sarah J. P..
Na estação de metro...


Dentro da carruagem do metro...

Em Greenwich Village...

No J & R - Park Row- onde sempre que vou me perco e a escolha se torna difícil.
Ouça-se John Coltrane:


quinta-feira, 13 de junho de 2013

O romance que foi escrito...

...depois passado para a cena.


Gaston Leroux escreveu o livro O Fantasma da Ópera mas a obra não teve muito exito. Mais tarde foi adaptada ao cinema e ao teatro. Está em exibição no Majestic Theatre ( N Y) há 25  anos.


Sempre que ouvia este musical sentia-me emocionada: pelo tema, pelas vozes. Impossível ficar indiferente.


No séc. XIX a Ópera de Paris encontrava-se assombrada por um misterioso fantasma que prometia destruí-la
Chistine Daaré pensa ser guiada por um Anjo da Música enviado pelo pai que tinha morrido quando ela era criança. Está noiva de um nobre mas é raptada e feita refém pelo fantasma. Ela sofre pelo amor que sente por Raoul - o noivo - e por Erik - o fantasma. Pensa que se aceitar amá-lo e se se tornar noiva dele assim poderá salvar a vida de todos aqueles que vivem na Ópera de Paris. Enquanto refém descobre que ele tem uma deficiência no rosto e por isso usa uma máscara. O tempo que passa com ele leva-a até à paixão.

Foi há uma semana. Para mim foi um dos melhores momentos que já vivi/senti ao ver um espetáculo.




domingo, 2 de junho de 2013

Um dia de domingo...

... tal qual a canção.
Subimos e descemos esta Serra tão bonita.
Sentimos o silêncio e os cheiros.



O sol acompanhou-nos. 
Aquecemos as memórias


Mas para onde "fogem" eles?


Tímidos. Fazem planos. Contemplam a natureza.



Por fim... sentei-me e descansei no meio do bulício da cidade para onde voltei (voltámos).





sábado, 1 de junho de 2013

Um de junho...

... é dia de boa música no Blue Note.

Quatro dias antes. 


All the things you are

Um dos meus preferidos: Dizzy Gillespie