...que nos abraçou na varanda. Suave. O tempo ia passando devagarinho e nós conversando. Lá ao longe o azul do rio. Tão azul como o céu. Pairava uma calma deliciosa naquela varanda.
Ela sorria. Os olhos brilhavam. A conversa animava-a. Mas porque estávamos lá. A solidão dos dias é passada com os pensamentos. A criatividade não se despega dela. É com medo do ridículo que quase pede desculpa pelas belezas que lhe saem das mãos, dos dedos, do olhar...
Foi com essas mãos que construíste o barquinho que nos leva até onde a nossa imaginação nos deixa. Nele navegamos nas tardes de outono... em muitas outras tardes. Onde nos levas? Chegaremos lá? Como é esse lugar...? Ai, o que eu dava para saber!!! Mas os livros não nos ajudam muito a descobrir...
Uma vez mais: obrigada!
Por vezes as palavras são escassas para agradecer. São vagas e o doce vento de outono pode levá-las para longe... Pois que as leve: OBRIGADA QUERIDA A...
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