quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Dar ou não dar...

... eis a minha opinião:


Àquele comportamento social-protocolar de dar gorjeta eu digo: NÃO. Mas há quem dê... até porque muitas pessoas consideram que se o fizerem serão atendidas/recebidas com mais deferência na próxima vez e isso vai encher-lhes o ego; outros fazem-no só no sentido de se mostrarem gratos pelo serviço prestado; outros ainda para mostrarem que não têm só dinheiro para pagar o atendimento mas também para "ajudarem" o empregado, não querem fazer figura de fomenica. Tudo isto compreendo, mas... não aceito. 

Acho que cada um de nós deve fazer o seu trabalho de modo profissional sem que tenha de fazer um "esforço" extra para ser recompensado. Quando procuro serviço - qualquer que ele seja - pago-o de acordo com o exigido. 

Depois ainda há uma outra situação: fomos atendidos por certo empregado, atencioso, profissional e, no fim, deixamos uma gorjeta. Mas... esta gorjeta vai para a caixa das gorjetas e depois é distribuída vá-se lá saber com que sentido de equidade...



Há países onde a gorjeta é uma "obrigação" e varia de cidade para cidade. Vejamos o caso dos Estados Unidos. Nos cafés, restaurantes, hotéis a gorjeta é norma. Até está afixado - no caso dos hotéis - de um dólar por CADA mala que o empregado pega... 

Bem... há outros sítios onde não sendo obrigatória a gorjeta, ela é subtilmente solicitada... aconteceu-me na Rússia. Quando pedimos a conta veio  o pires com a conta e... uma nota de 1 dólar...:

Ainda que magoando a ética de muitos, eu NÃO dou. Se o serviço for ótimo, eu volto; se o (a) empregado(a) for simpático(a) eu sorrio, converso e faço sentir que gostei do serviço e que o está a fazer bem. Quando não... calo-me e continuo na minha: não dou. 


Divirto-me sempre muito a rever a série de David Larry... Também ele tem problemas com a gorjetas tal qual eu...





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