... esta é uma palavra que soa bem a qualquer um de nós. Mas... nem sempre foi assim. Também não é entusiástico nos dias de hoje nalguns países...
No passado fim de semana, conversando com um amigo, recordámos um autor americano que nos explica muito do "que se passa pelo mundo". Ele é americano, do Iowa, mas viveu alguns anos na Inglaterra, mas... voltou às raízes: voltou para os Estados Unidos. Ele chama-se Bill Bryson e tem vários livros publicados sobre Muito... Cá em casa temos alguns:
Mas... o que é que o Bill Bryson tem a ver com o fim de semana...? Se calhar nada! Mas num dos seus livros sobre a os Estados Unidos, ele escreveu:
(...) Fim de semana é um conceito ainda mais recente. A palavra foi inventada em Inglaterra em 1879, mas só entrou no vocabulário americano na década de 1930. Já pelo século XX dentro, muitas pessoas ainda trabalhavam cerca de sessenta horas por semana, distribuídas por seis dias, por isso termos como "fim de semana" e "de segunda a sexta" não lhes dizia muito. A semana dos cinco dias e quarenta horas é muitas vezes atribuída a Henry Ford, mas foi, de facto, introduzida pela indústria de aço em 1923. Ford veio a seguir, em 1926. A maior parte das indústrias americanas não seguiu esta prática até à altura da Grande Depressão, quando uma semana de trabalho mais curta se tornou numa maneira conveniente de lidar com a falta de procura. Apesar do horário das 9h às 17h já se ter tornado comum para os americanos no início dos anos 40, o termo nine-to-fiver só aparece escrito em 1959. (...)
in, Made in America
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